Era uma vez eu no meio da vida
Essa vida assim, tanto mar, tanto mar
Coisa de doce e de sal
Essa vida assim, tanto mar, tanto mar
Sempre o mar, cores indo
Do verde mais verde ao anil mais anil
Cores do sol e da chuva
Do sol e do vento, do sol e o luar
Era o tempo na rua e eu nua
Usando e abusando do verbo provar
Um beija-flor, flor em flor, bar em bar
Bem ou mal margulhar
Sempre menina franzina, traquina
De tudo querendo, provar e provar
Sempre garota, marota, tão louca
A boca de tudo querendo levar
Vida, vida, vida
Que seja do jeito que for
Mar, amar, amor
Se a dor quer o mar dessa dor, ah!
Quero no meu peito repleto
De tudo que possa abraçar
Quero a sede e a fome eternas
De amar, e amar e amar
Vida, vida, vida
Que seja do jeito que for
Mar, amar, amor
Se a dor quer o mar dessa dor, ah!
Quero no meu peito repleto
De tudo que possa abraçar
Quero a sede e a fome eternas
De amar, e amar e amar... ( com licença, dos autores)
Sejam bem-vindos (as) !!!!!!
domingo, 26 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Mãe
Mãe,
A semana demorou a passar. Maio, no seu início, sempre é um pouco saudosista. Mês das Mães. Dos comerciais com filhos e mães perfeitos. De famílias perfeitas. De flores no ar. Por isso, sei que preciso ser forte nessa época. Por aqui, algumas mudanças aconteceram. A cidade cresceu. Teus netos cresceram. Teus filhos evoluíram. Uma evolução gradual, daquelas que a gente consegue por meio de atitudes, de decisões, de superações. Como eram bons os dias das mães contigo- presença. Agora, sei que nos cuida lá de cima. Obrigada, mãe, pela mulher que fostes. Que enfrentou décadas de revolução feminina e continuou com tua meiguice e ternura. Belo exemplo de mulher elegante e bonita. Eu tento seguir-te, na elegância dos gestos. No amor pelas flores, violetas e caprichos. Pra ti, um Feliz Dia das Mães, junto à Mãe de todas as mães! Bênção...Tua filha Janete
A semana demorou a passar. Maio, no seu início, sempre é um pouco saudosista. Mês das Mães. Dos comerciais com filhos e mães perfeitos. De famílias perfeitas. De flores no ar. Por isso, sei que preciso ser forte nessa época. Por aqui, algumas mudanças aconteceram. A cidade cresceu. Teus netos cresceram. Teus filhos evoluíram. Uma evolução gradual, daquelas que a gente consegue por meio de atitudes, de decisões, de superações. Como eram bons os dias das mães contigo- presença. Agora, sei que nos cuida lá de cima. Obrigada, mãe, pela mulher que fostes. Que enfrentou décadas de revolução feminina e continuou com tua meiguice e ternura. Belo exemplo de mulher elegante e bonita. Eu tento seguir-te, na elegância dos gestos. No amor pelas flores, violetas e caprichos. Pra ti, um Feliz Dia das Mães, junto à Mãe de todas as mães! Bênção...Tua filha Janete
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A mulher que me gerou
Olhei, analisei, tive uma surpresa.
Mãe para ela é quem a criou.
E como elas se dão bem.
Ela conheceu a " mulher que a gerou", mas nada sentiu.
Sentimentos são inexplicáveis.
Amor de mãe é inexplicável.
O filho vem da barriga,
vem do coração,
vem do amor.
vem num engano
vem por que quer
vem por vir
vem e depois a gente vê.
Neste Dia das Mães, podes crer, Lia, que tua mãe adotiva merece todos os abraços do mundo. A data pode ser até comercial, mas maio é mês de Maria, então, força, foco e fé.
Para minha mãe, raio de luz a brilhar , todos os meus abraços, meus lampejos de alegria, meus dias de tristeza , a chorar de saudade...
Mãe, parabéns, onde quer que estejas...entre as flores, entre almofadas macias, entre campos floridos, no branco dos tapetes...
com Deus!!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Harmonia das flores
| Paulo de Bento |
O designer floral
Paulo de Bento inspira-se na beleza das flores para fazer de seu empreendimento
um local criativo e abençoado. Os
arranjos unem técnica, materiais diferenciados, cores e flores. Além, claro, do
talento desse carioca que escolheu Bento Gonçalves para viver.
Foi arrumando a capela do seminário, onde estudou, em
Petrópolis, Rio de janeiro, que Paulo de Bento (nome artístico) descobriu sua
verdadeira vocação: a criação de arranjos florais. Ele conta que ao chegar a
Bento Gonçalves, conheceu uma senhora que o acolheu, a Tui. Os dois cultivaram
o desejo de fundar a Tuy Flores. Hoje, ele tem como sócio, desde 1995, João
Carlos Zanelatto. “Sinto-me plenamente satisfeito com minha profissão. Dedico-me
quase que integralmente à floricultura, aos estudos e às técnicas, diz Paulo.
Ele acrescenta que a técnica é muito importante para a arte floral.” As pessoas
precisam ter conhecimento sobre a durabilidade de cada espécie, por exemplo, e,
principalmente conhecer a harmonia de
cores. É interessante saber, quem vai receber o arranjo, ou qual sentimento
quer se passar”.
O florista salienta
que os arranjos mais procurados são os simétricos, quer dizer, tradicionais,
mas existem ainda, os lineares e os vegetativos. Esses últimos retratam e
valorizam a natureza, utilizando-se galhos, folhas e afins.
No tempo livre, Paulo volta-se para a religião. É ele quem
faz a decoração da Igreja Cristo Rei. Em frente à sua loja, existe um capitel
com a imagem de Santo Antônio. “Sempre há flores diante da imagem. Elas são
obra de Deus, “exalta.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Comunicadoras da vida
| Homenagem à minha mãe |
Merecedoras de um dia especial,
Comunicadoras da vida em todos os aspectos,
Colaboradoras com a obra da criação,
Para vocês, mães, mais carinho...
Para as mães que estão entre nós, mais amor.
Para aquelas que nos olham dos céus, uma oração.
Para as mães do sono interrompido tantas vezes, paciência.
Para a mãe-renúncia, um apelo
Para a mãe-esquecida, uma lembrança
Para as mães com os filhos nos braços, uma ajuda.
Para as mães com os filhos distantes, uma promessa.
Para as mães dos limites e vontades, um acerto.
Para as mães educadoras, uma virtude.
Para as mães de fé, uma bênção.
Para Maria, mãe de
Jesus, um salmo.
Para todas as mães, um
Feliz Dia das Mães! ( Poema publicado no Jornal Boa Notícia número 86/ Abril 2013)
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Esculturas do corpo
Assinando as obras expostas no hall
do Pavilhão A da Fundaparque, criadas especialmente para a última edição da
Feira Internacional de Máquinas, Matérias-primas e Acessórios para a Indústria
moveleira (FIMMA – Brasil), a escultora Karem Poletto Jacobs confirmou a
tendência do evento: inovação.
O convite partiu da responsável pelo leiaute da feira, arquiteta Adriana Pecin. “A ideia das esculturas em tela de arame e o monumento de ferro me vieram à cabeça assim que fui convidada”, diz a artista. Ela acrescenta que sua temática sempre é a figura humana. Acentua que o objetivo foi a interação dos participantes. “Em algum momento os visitantes passaram pelo meio das obras. A passagem foi proposital.”
Tudo é uma construção
No caso das
esculturas da FIMMA, ela agradece a equipe de montadores, que auxiliaram na
colocação da obra. Mas, ressalta que também “colocou a mão na massa”, quer
dizer, na solda.
Karem é
formada em Educação Artística pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(UFRGS). Os materiais utilizados pela escultora vão desde papel machê e resina
até cimento e ferro. “Eu gosto de mesclar materiais. Não fico limitada. Tudo é
uma construção. O ferro remete a coluna, que sustenta o corpo, objeto principal
das minhas criações”, explica. Ela acrescenta que estudou anatomia para
retratar em suas obras o corpo humano desmembrado.
Movimento
| Monumento na praia de Tramandaí |
terça-feira, 12 de março de 2013
Quem diria? Os retalhos...
A
professora Eliana Volpato se considera a pioneira no ensino da técnica de Patchwork na região
de Bento Gonçalves. Conforme Eliana, o
Patchwork é a junção de tecidos, cores e amizades. “São pontos que se unem em
torno dos retalhos escolhidos, conforme o gosto de cada aluna. Tramados com a
alegria do trabalho bem feito, resultam em peças unidas com amor. Aquecem,
iluminam, decoram e alegram o ambiente”, acrescenta.
Ela
ressalta que o Patchwork é uma tendência mundial. De acordo com Eliana, essa
arte em painéis, mantas, caminhos de mesa, colchas e bandôs, entre outras
peças, também está aparecendo em estofados e roupas customizadas. “As
possibilidades de criação são infinitas. O grande prazer é que você pode fazer
ainda para presentear”.
Paciência
e dedicação
Eliana aprendeu a fazer crochê aos seis
anos. Aos 12, ganhou uma máquina de costura. Fez seus primeiros bordados sob os
ensinamentos e o carinho da professora Ortenila Köch. Cursou Letras e Pós-graduação
em Marketing. Mas, ela ressalta que, em seu currículo, os cursos de Patchwork
realizados em São Paulo e Gramado ganham destaque. Em novembro de 2011, esteve
também em Houston, Texas, nos Estados Unidos participando da maior feira de Patchwork
do mundo. “É um trabalho de paciência e dedicação, por isso mesmo, sou
apaixonada pelo que faço”. A professora acentua que os cursos de Patchwork ajudam na
concentração e na criatividade. Os cursos são oferecidos à tarde e à
noite.
Patchwork é uma arte que consiste em unir tecidos com uma infinidade de formatos. Dá-se esse nome a parte superior. Já a obra
completa é o acolchoado, formado pelo topo do trabalho mais a manta acrílica e
o tecido fundo, tudo preso por uma técnica conhecida como quilting ou acolchoamento. Grandes indústrias
têxteis desenvolvem anualmente tecidos especiais para o Patchwork. Também
existem revistas, materiais e ferramentas que visam facilitar o trabalho. A cor é o
elemento que mais chama a atenção numa peça de Patchwork. Saber combinar as cores e os tons e conseguir
uma harmonia entre eles é um grande passo para quem deseja fazer um bom
trabalho.
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